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07/08/2017

Grito dos Excluídos/as acontecerá em Lagoa de Dentro no dia 16 de setembro

A Diocese de Guarabira (PB) se prepara para celebrar o 23º Grito dos Excluídos/as no dia 16 de setembro. O evento que reunirá as diversas paróquias, áreas pastorais e comunidades, acontecerá em Lagoa de Dentro. A cidade foi escolhida por meio da Assembleia Diocesana do ano passado, na elaboração do calendário 2017 de atividades pastorais da Igreja particular do Brejo. O tema principal deste ano será: "Por direitos e democracia, a luta é todo dia".

A programação já foi definida pela comissão responsável e contará com acolhimento, apresentações, música, louvor, oração e partilha. A tarde de domingo começará às 13h30, no calçadão da Lagoa Francisco Soares, local onde os participantes serão acolhidos e a organização desenvolverá parte da programação, já às 16h00, acontecerá uma caminhada até a Igreja Matriz São Sebastião, lugar que será celebrada a Santa Missa, encerrando o Grito do Excluídos 2017.
 
O GRITO DOS EXCLUÍDOS/AS
 
A proposta do Grito surgiu no Brasil no ano de 1994 e o 1º Grito dos Excluídos foi realizado em setembro de 1995, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade do mesmo ano, que tinha como lema “Eras tu, Senhor”, e responder aos desafios levantados na 2ª Semana Social Brasileira, cujo tema era “Brasil, alternativas e protagonistas”. Em 1999 o Grito rompeu fronteiras e estendeu-se para as Américas.
 
O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.

O Grito é uma descoberta, uma vez que agentes e lideranças apenas abrem um canal para que o Grito sufocado venha a público.

O Grito brota do chão e encontra em seus organizadores suficiente sensibilidade para dar-lhe forma e visibilidade. O Grito não tem um “dono”, não é da Igreja, do Sindicato, da Pastoral; não se caracteriza por discursos de lideranças, nem pela centralização dos seus atos; o ecumenismo é vivido na prática das lutas, pois entendemos que os momentos e celebrações ecumênicas são importantes para fortalecer o compromisso.
 
Henrique Florêncio/Movimento Grito dos Excluídos

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